Gênios do Crime — Os adversários da redução da maioridade penal alegam que o Estatuto da Criança e do Adolescente é uma lei extremamente rígida, que não favorece a impunidade do menor infrator. Para eles, três anos de privação de liberdade para um seqüestrador, estuprador e assassino feroz é uma pena muito dura. E sustentam que esses menores só reincidem no crime porque, uma vez internados, não são adequadamente assistidos pelo Estado. Qual seria o atendimento adequado para um menor como Champinha, que, com apenas 16 anos, matou duas pessoas, uma delas com 15 facadas, ainda por cima depois de estuprá-la? Se um psicólogo, psiquiatra ou assistente social do Estado me disser que está preparado para assisti-lo adequadamente, de acordo com o Estatuto, não hesitarei em dizer que esse profissional está mentindo. Esses profissionais podem conseguir entender a média dos infratores, não os gênios precoces do crime. Muitos assassinos, como o Maníaco do Parque, riem da própria ciência, porque estão muito além dela — habitam as fronteiras extremas da natureza humana. A natureza traiçoeira dos assassinos só é captada, uma vez ou outra, por gênios da literatura como Dostoievski ou Tolstoi, não por meros burocratas de consultório.A manipulação de psicólogos, pedagogos, psiquiatras e assistentes sociais por parte de criminosos de alta periculosidade é muito mais comum do que se imagina. Principalmente, num país como o Brasil, em que a universidade, formadora desses profissionais, nutre uma indisfarçável admiração pelos transgressores de toda espécie, empossados no lugar do proletariado como agentes da Revolução Comunista. Isso significa que se o Estado quiser mesmo recuperar menores como Champinha, como manda o Estatuto da Criança e do Adolescente, não pode confiar nos profissionais de que dispõe — terá que contratá-los a peso de ouro no exterior, de preferência nos Estados Unidos ou na Inglaterra, onde essas áreas do conhecimento guardam um mínimo de dignidade cientifica. Os melhores profissionais desses países também não sabem o que fazer para recuperar gênios precoces do crime, mas ao menos têm a coragem de dizer essa verdade ao povo. Não é à toa que adolescentes ingleses e norte-americanos respondem por seus atos criminosos.O próprio Estatuto da Criança e do Adolescente é um instrumento a serviço do menor infrator. Na prática, ele confere muito mais regalias ao menor criminoso do que à criança normal. O parágrafo único do artigo 106, por exemplo, determina que “o adolescente tem direito à identificação dos responsáveis pela sua apreensão, devendo ser informado acerca de seus direitos”. Ou seja, um policial que prende um aviãozinho do tráfico assina sua própria sentença de morte. E o menor nem precisa de celular contrabandeado para determinar a seus comparsas que executem a sentença. A alínea VIII do parágrafo 124 do Estatuto lhe faculta “corresponder-se com seus familiares e amigos”; logo, pode pedir a um desses amigos que transmita para seus comparsas a ordem de matar o policial. Da mesma forma, a alínea II do artigo 111 assegura ao adolescente infrator “igualdade na relação processual, podendo confrontar-se com vítimas e testemunhas e produzir todas as provas necessárias à sua defesa”. Ou seja, um adolescente de 16 anos que estupra uma mulher tem o direito de identificar a vítima na sessão de reconhecimento a que ela compareça. Quando sair da cadeia meses depois, poderá completar o serviço, matando-a, depois de estuprá-la novamente.Assassino de Cristal — Qual a razão de se facultar a um menor infrator o direito de receber amigos na cadeia, como quer o Estatuto da Criança e do Adolescente? O adolescente de Anicuns que, a exemplo de Champinha, também protagonizou a chacina de um casal freqüentava uma escola da cidade até a véspera do crime. Deve ter feito muitas amizades nessa escola, algumas boas, outras más, mas quase todas com menores de idade como ele. Ora, uma vez preso por ter praticado um crime hediondo, não há razão para que continue encontrando-se com colegas de sua idade. Se esses colegas são também criminosos, irão dificultar sua recuperação. Se não são criminosos, obviamente devem ser protegidos de quem o é. Mas o Estatuto não pensa no menor que não é infrator, tanto que, no mesmo artigo 124, determina que o menor em pena privativa de liberdade — Champinha, por exemplo — tem o direito à “receber escolarização e profissionalização”. E o bom adolescente da rede pública de ensino também não é um menor de idade? Não deveria ser preservado das más companhias em sua fase de formação? Como introduzir em sua sala um menor assassino, como quer o Estatuto da Criança e do Adolescente?Não se trata de hipótese — essa é a realidade da escola pública. O mesmo Estatuto da Criança e do Adolescente que trata um menor assassino como se ele fosse de cristal, não hesita em inseri-lo numa sala regular de ensino, como se as demais crianças fossem feitas de ferro. Consciente de que a menoridade é um salvo-conduto, esses menores não hesitam em espancar colegas e intimidar professores. Muitos deles se esforçam para repetir a série, com objetivo de continuar traficando droga na escola. E quando se envolvem em brigas, muitas vezes ferindo colegas, não são sequer suspensos, que dirá expulsos. Alguma diretora que ousa suspendê-los — com risco para a própria vida — amarga o dissabor de vê-los voltar para a escola por meio de determinação judicial. E quando tomam essas iniciativas e decisões estapafúrdias, típicas de quem nada sabe de gente, promotores e juízes não demonstram o menor respeito pelo corpo docente da escola, que raramente é ouvido antes dessas decisões.Infelizmente, as autoridades educacionais não se dão ao respeito e aceitam, passivamente, essa intromissão espúria do Ministério Público nas escolas. Em Goiás, por exemplo, magistrados, movidos por promotores, chegaram a proibir a Secretaria Estadual de Educação de exigir uniforme nas escolas. Mas é provável que os filhos deles estão matriculados em escolas protegidas por muros, câmaras e guardas. Por que essa gente — pedagogos, psicólogos, sociólogos, juristas — não incluem os menores infratores nas escolas particulares onde seus filhos estudam? Por que transformam as crianças pobres e honestas — que são maioria na escola pública — em cobaias de uma minoria criminosa? Conscientes de sua impunidade, os menores infratores mantêm um comportamento agressivo na escola e, com isso, influenciam negativamente outros alunos. Se o professor não pode expulsar o aluno que espanca o colega e o ameaça de morte, que autoridade terá para pedir silêncio a outro que apenas conversa em sua aula? Padre Vieira já dizia que o exemplo arrasta mais do que as palavras. Se isso vale para adultos, o que dizer de crianças e adolescentes, diante da materialização cotidiana da impunidade?Estatuto Ateu — O Estatuto da Criança e do Adolescente é, ao mesmo tempo, conseqüência e causa de um perigoso culto à juventude. Em toda a história da humanidade, os jovens (compreendendo crianças e adolescentes) sempre precisaram de freios. É o que transparece nas mais de 700 páginas dos dois volumes da História dos Jovens, organizada pelos historiadores Giovanni Levi e Jean-Claude Schimitt e publicada no Brasil pela Companhia das Letras. Em vários momentos da história, na Antiga Grécia e no Império Romano, na Idade Média e na Idade Moderna, hordas juvenis aterrorizaram populações de cidades européias e foi preciso a ação enérgica dos adultos para coibir assassinatos, depredações e até estupros coletivos que esses jovens promoviam. O jovem sempre teve de ser contido, ou pelo pátrio poder, como na Antiga Roma, ou pelo poder do Estado, como na Holanda de Rembrandt. Caso se observe atentamente o Estatuto, percebe-se que ele retirou a criança e o adolescente da esfera desses dois poderes — o jovem é o poder em si, a soberania absoluta, em torno da qual o universo gravita.Querem exemplos? Há vários. Limito-me a três. O artigo 4º do Estatuto diz que os menores de 18 anos têm “absoluta prioridade” na efetivação dos direitos referentes à vida e, no seu parágrafo único, especifica, entre outras prioridades, que crianças e adolescentes têm “primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias”. Ora, numa casa em chamas, quem o bombeiro deve socorrer primeiro: o adolescente saudável de 14 anos ou a velhinha entrevada de 85 anos? Na prática, ninguém aplica uma cláusula como essa, mas só o fato de introduzi-la numa lei já é um absurdo. Já os artigos 15 e 16 conferem uma liberdade absoluta aos menores de 18 anos, que, entre outros direitos, têm o direito à liberdade de “crença e culto religioso”. Ora, criança, de acordo com o próprio Estatuto, é a pessoa de zero a 12 anos. Como é que uma pessoinha dessa idade, completamente dependente de pai e mãe, pode ter liberdade de culto garantida em lei? O Estatuto é frontalmente contrário à religião e, nesse ponto, faz todo um esforço para jogar filho contra pai.Esse jovem sem Deus nem Pai — e visceralmente inimigo do Estado — é um terrorista suicida em potencial. Hoje, o jovem mais pacato entre os pacatos enche o nariz de argolas e vara madrugadas na rua — algo inconcebível há apenas 20 anos. Infelizmente, isso precisa ser dito: Liana e Felipe morreram porque foram transgressores — como admitiram seus próprios pais. Pelo que se depreende do noticiário, eram bons filhos, com freqüência regular à escola e nada de grave no currículo. Mesmo assim ousaram sair da escola numa sexta-feira, às 23 horas, e passaram toda a madrugada perambulando pela Avenida Paulista, antes de tomaram um ônibus para um sítio abandonado, às escondidas dos pais.Há 20 anos, uma menina de 16 anos jamais faria o que Liana fez. Só se não fosse mais menina de família. Hoje, dormir com um rapaz aos 16 anos é atitude corriqueira na vida de quase todas as meninas. Se um menor pode esfaquear outro na escola e nem ser expulso, porque uma menina de 16 anos deveria ser punida por simplesmente dormir com o namorado num sítio ermo? Graças à impunidade dos menores infratores, toda criança sabe que Deus morreu e, como dizia Dostoievski, “sem Deus, tudo é permitido”.O artigo 124 do Estatuto, que trata do adolescente privado de liberdade (geralmente aqueles que cometem assassinatos) é ainda mais revelador do ateísmo dessa lei. Sem prescrever um só dever para o menor criminoso, o Estatuto lhe confere 16 direitos, alguns deles francamente abusivos, como “entrevistar-se pessoalmente com o representante do Ministério Público” (direito que os professores e diretores de escola não têm) e “peticionar diretamente a qualquer autoridade” (o que implica em Champinha escrever diretamente para o presidente Lula, com cobertura da Globo). Mais grave é que a alínea XIV observa que o menor criminoso tem o direito de “receber assistência religiosa, segundo a sua crença, e desde que assim o deseje” [grifo meu]. Ou seja, se Champinha não tem crença nenhuma e não deseja tê-la, nenhum religioso poderá se aproximar dele, sob pena de incorrer em crime. . .
O Estatuto que oferece as crianças de família a opção preferencial pelo cinismo e concede ao menor criminoso o direito irrestrito de rechaçar Deus, também obriga as crianças de escola a aceitaram compulsoriamente o Diabo. O Estatuto da Criança e do Adolescente é um crime hediondo em forma de lei — ele condena as ovelhas a apascentarem lobos nas escolas públicas de todo o país. Esse é o verdadeiro terrorismo de Estado, que o MEC chama de “inclusão social"
Ideias só ideias
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Amigo bons amigos
Homens e mulheres podem ser apenas bons amigos? Na minha opinião e por experiência adquirida, sim, e a amizade pode ser das melhores! Não é preciso mudar de gostos e opiniões, tampouco adentrar no universo particular de cada gênero para ver nascer e perdurar esse profundo sentimento, que prescinde de vínculos familiares e dispensa atração física de caráter sexual.
Nós, mulheres, podemos aprender muito com os homens, principalmente a entender como eles funcionam, já que não contêm manual a bordo. Nenhuma pode dizer melhor daquilo que eles mesmos expressam na proximidade do convívio como amigos. Não o sendo, eles mostram menos ou mais do que realmente são, por entrar em questão o interesse da conquista, que evidencia as qualidades e minora os defeitos. Quando amigos nossos, os homens se revelam inteiramente, e na posição de amados, menos, bem menos do que gostaríamos de saber e de quanto necessitaríamos conhecer para dissolver as ilusões que turvam os olhos e enganam os corações femininos.
Não fosse meramente pelo prazer da amizade com o sexo oposto e pela nossa busca de maturidade no trato com a espécie humana, além disso, os homens nos dão boas lições todos os dias, e se incluem os amigos, filhos, pais, irmãos, namorados, “ficantes”, maridos, chefes e colegas de trabalho, dentre outros. Sabendo um pouco mais sobre eles nos tornamos ainda melhores! E, de quebra, assimilamos explicações sobre tarefas essencialmente masculinas que desempenhamos, com as quais, reconhecidamente, eles têm invejável intimidade, como cuidar de carro, manusear caixa de ferramentas e nos proteger de suas garras e intentos, se não concordamos. Então, podendo ser bons amigos – apenas ou tudo isso – por que não?
Nós, mulheres, podemos aprender muito com os homens, principalmente a entender como eles funcionam, já que não contêm manual a bordo. Nenhuma pode dizer melhor daquilo que eles mesmos expressam na proximidade do convívio como amigos. Não o sendo, eles mostram menos ou mais do que realmente são, por entrar em questão o interesse da conquista, que evidencia as qualidades e minora os defeitos. Quando amigos nossos, os homens se revelam inteiramente, e na posição de amados, menos, bem menos do que gostaríamos de saber e de quanto necessitaríamos conhecer para dissolver as ilusões que turvam os olhos e enganam os corações femininos.
Não fosse meramente pelo prazer da amizade com o sexo oposto e pela nossa busca de maturidade no trato com a espécie humana, além disso, os homens nos dão boas lições todos os dias, e se incluem os amigos, filhos, pais, irmãos, namorados, “ficantes”, maridos, chefes e colegas de trabalho, dentre outros. Sabendo um pouco mais sobre eles nos tornamos ainda melhores! E, de quebra, assimilamos explicações sobre tarefas essencialmente masculinas que desempenhamos, com as quais, reconhecidamente, eles têm invejável intimidade, como cuidar de carro, manusear caixa de ferramentas e nos proteger de suas garras e intentos, se não concordamos. Então, podendo ser bons amigos – apenas ou tudo isso – por que não?
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Voltei
Depois de um tempo afastada resolvi voltar...as coisas estão melhorando, eu estou melhor mais calma, mas em paz porem saudosa muito saudosa, as vezes é muito difícil amar alguém e brigar com ela, pedir pra ela se afastar ou melhor leva-la pra longe, para seu proprio bem, mas aqui no peito ela ta perto e bem perto. As vezes as lágrimas caem sem notar pq sinto a tua falta, queria que tudo fosse diferente as vezes penso que daria tudo pra te ver bem.. e daria mesmo, mas é vc que precisa achar o teu"bem" e que bom que vc sabe onde encontrar esse bem!
eu não vou desistir de vc meu amor!!
So por hj vc ta conseguindo!!
So por hj eu to feliz!
So por hj eu sei que tenho bons amigos, Col mto obrigado por tudo!!
eu não vou desistir de vc meu amor!!
So por hj vc ta conseguindo!!
So por hj eu to feliz!
So por hj eu sei que tenho bons amigos, Col mto obrigado por tudo!!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
É PRIMAVERA
Relatos da vida:
Pois é chegamos na estação Florida, la na Prefeitura a minha chefa na ultima reunião falou do que significa a Primavera pra ela, não so uma estação das flores mas uma estação de quem sabe um recomeço um recomeço florido.. bom resolvemos montar grupos pra pensar em realizar ações... depois de muitos pensantes e ninguem absolutamente decidido a fazer o que heheh bom as meninas com mais habilidades fizeram as flores de fuxicos pra distribuir para os servidores e as com como direi... bom eu e a Camilie fizemos flores muitas flores de papel e a nossa artista Dona Dui fez borboletas... sem falar que olha desde flores de fuxicos a borboletas a garota se puxou... não posso deixar de falar que surgiu algumas fulaninhas que so sabiam dizer: olha as flores que nós temos, olha o material que temos... so que a mão nelas nem pensar... a decoração tb teve gente que fez antes.. mas o que podemos dizer... O legal mesmo foi o preparo... boas mas muito boas risadas, ontem então foi massa nossa turma se empenhou muito nisso... hj cedinho foi a decoração... a turma da Saúde deixou a prefa linda toda florida...
Amei essa semana... espero que continue assim ate sábado na caminhada.
Fui...
Pois é chegamos na estação Florida, la na Prefeitura a minha chefa na ultima reunião falou do que significa a Primavera pra ela, não so uma estação das flores mas uma estação de quem sabe um recomeço um recomeço florido.. bom resolvemos montar grupos pra pensar em realizar ações... depois de muitos pensantes e ninguem absolutamente decidido a fazer o que heheh bom as meninas com mais habilidades fizeram as flores de fuxicos pra distribuir para os servidores e as com como direi... bom eu e a Camilie fizemos flores muitas flores de papel e a nossa artista Dona Dui fez borboletas... sem falar que olha desde flores de fuxicos a borboletas a garota se puxou... não posso deixar de falar que surgiu algumas fulaninhas que so sabiam dizer: olha as flores que nós temos, olha o material que temos... so que a mão nelas nem pensar... a decoração tb teve gente que fez antes.. mas o que podemos dizer... O legal mesmo foi o preparo... boas mas muito boas risadas, ontem então foi massa nossa turma se empenhou muito nisso... hj cedinho foi a decoração... a turma da Saúde deixou a prefa linda toda florida...
Amei essa semana... espero que continue assim ate sábado na caminhada.
Fui...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Falta de respeito
Olhar para o outro, se colocar no lugar do outro. Hoje em dia as coisas são tão corridas, e andamos olhando tanto para o nosso próprio umbigo, que não nos preocupamos em “olhar para o outro”. É muito fácil quando você atropela os sentimentos de alguém, mas o simples fato de você se imaginar naquela situação já mudaria totalmente seu corportamento.
Existem muitos tipos, formas e variações de falta de respeito. Quando você sai do seu espaço e invade – no sentido de agressão, intromissão – o espaço do outro, está desrespeitando seu próximo. Um fumante que fuma em local público está invadindo o pulmão dos outros com a fumaça de seu cigarro. Um colega de trabalho que tira proveito das situações que te deixam em desvantagem para ele subir na carreira. Um virus que consome todos os recursos de seu hospedeiro, consumindo toda a matéria prima oferecida sem responsabilidade ou degradando o meio ambiente.
Todos estamos bem familiarizados com esses tipos de falta de respeito. Eu quero te mostrar uma falta de respeito que talvez você não se dê conta. Trazemos dentro de nós algo que é nossa personalidade. Temos manias, conceitos e valores que foram impressos na juventude e que foram mesclados com nossa essencia. Somos criaturas imperfeitas, erramos, mas devemos nos esforçar pra aprender com esses erros. As dificuldades e problemas são as melhores ferramentas para lapidarmos nosso caráter e moral. Quando você se observa, você descobre diversos pontos que devem ser melhorados, modificados. Mas não somos máquinas para sermos reprogramados em pouco tempo. Não nos conhecemos, e muitas vezes somos surpreendidos por comportamentos bons e ruins que antes eram desconhecidos por nós mesmos. Então como proceder?
Dessa falta de respeito que quero falar. Dizem que somos 3 pessoas, a primeira é o que queremos ser, a segunda é o que os outros esperam que sejamos, e a terceira é o que realmente somos. Com isso tentamos nos ajustar diariamente, reprimindo as coisas ruim e exaltando as coisas boas. A repressão não é a maneira mais adequada de se lapidar. Vivemos em constante falta de respeito com nós mesmos. Precisamos aprender a respeitar nosso organismo, nossas vontades e necessidades. Quando um sentimento é reprimido, ele fica armazenado, ele não é trabalhado. O que provavelmente vai acontecer é que uma hora a pressão vai estar tão grande e o sentimento reprimido vem à tona de forma violenta e descontrolada.
Quando você aceita o que sente, quando você escuta seu organismo, você consegue trabalhar o que te desagrada. Claro que existem casos e casos, e estou generalizando. Quando você já perdeu o controle está num ponto crítico fica difícil sair dessa armadilha por si próprio. O ideal é você ir trabalhando aos poucos seus comportamentos durante o convivio com eles. A mudança não é fácil, e consome tempo e muita determinação e força de vontade. A mudança só acontece de dentro pra fora e não de fora pra dentro. O exterior influencia, para o bem ou para o mal, depende da solidez de sua essencia se você vai ser corrompido ou não.
Precisamos confiar mais em nós mesmos, aprender a ouvir aquela vozinha que nos fala a todo momento, mas insistimos em ignorá-la. Só você faz a sua realidade, é muito simples e complexo ao mesmo tempo que tendemos a colocar essa responsabilidade nas outras pessoas. Seu buraco foi cavado por você mesmo, com uma colher, aos poucos, sem perceber. E só você tem a escada que pode te tirar de lá. Muitos podem aparecer com uma corda pra te ajudar, mas você precisa pelo menos ter forças pra aguentar segurar a corda na subida de volta. Novamente: Você precisa querer!
E esse querer vem acompanhado de respeito. Respeito a si próprio, depois aos outros. Se você não se respeita, como vai respeitar outra pessoa?
Existem muitos tipos, formas e variações de falta de respeito. Quando você sai do seu espaço e invade – no sentido de agressão, intromissão – o espaço do outro, está desrespeitando seu próximo. Um fumante que fuma em local público está invadindo o pulmão dos outros com a fumaça de seu cigarro. Um colega de trabalho que tira proveito das situações que te deixam em desvantagem para ele subir na carreira. Um virus que consome todos os recursos de seu hospedeiro, consumindo toda a matéria prima oferecida sem responsabilidade ou degradando o meio ambiente.
Todos estamos bem familiarizados com esses tipos de falta de respeito. Eu quero te mostrar uma falta de respeito que talvez você não se dê conta. Trazemos dentro de nós algo que é nossa personalidade. Temos manias, conceitos e valores que foram impressos na juventude e que foram mesclados com nossa essencia. Somos criaturas imperfeitas, erramos, mas devemos nos esforçar pra aprender com esses erros. As dificuldades e problemas são as melhores ferramentas para lapidarmos nosso caráter e moral. Quando você se observa, você descobre diversos pontos que devem ser melhorados, modificados. Mas não somos máquinas para sermos reprogramados em pouco tempo. Não nos conhecemos, e muitas vezes somos surpreendidos por comportamentos bons e ruins que antes eram desconhecidos por nós mesmos. Então como proceder?
Dessa falta de respeito que quero falar. Dizem que somos 3 pessoas, a primeira é o que queremos ser, a segunda é o que os outros esperam que sejamos, e a terceira é o que realmente somos. Com isso tentamos nos ajustar diariamente, reprimindo as coisas ruim e exaltando as coisas boas. A repressão não é a maneira mais adequada de se lapidar. Vivemos em constante falta de respeito com nós mesmos. Precisamos aprender a respeitar nosso organismo, nossas vontades e necessidades. Quando um sentimento é reprimido, ele fica armazenado, ele não é trabalhado. O que provavelmente vai acontecer é que uma hora a pressão vai estar tão grande e o sentimento reprimido vem à tona de forma violenta e descontrolada.
Quando você aceita o que sente, quando você escuta seu organismo, você consegue trabalhar o que te desagrada. Claro que existem casos e casos, e estou generalizando. Quando você já perdeu o controle está num ponto crítico fica difícil sair dessa armadilha por si próprio. O ideal é você ir trabalhando aos poucos seus comportamentos durante o convivio com eles. A mudança não é fácil, e consome tempo e muita determinação e força de vontade. A mudança só acontece de dentro pra fora e não de fora pra dentro. O exterior influencia, para o bem ou para o mal, depende da solidez de sua essencia se você vai ser corrompido ou não.
Precisamos confiar mais em nós mesmos, aprender a ouvir aquela vozinha que nos fala a todo momento, mas insistimos em ignorá-la. Só você faz a sua realidade, é muito simples e complexo ao mesmo tempo que tendemos a colocar essa responsabilidade nas outras pessoas. Seu buraco foi cavado por você mesmo, com uma colher, aos poucos, sem perceber. E só você tem a escada que pode te tirar de lá. Muitos podem aparecer com uma corda pra te ajudar, mas você precisa pelo menos ter forças pra aguentar segurar a corda na subida de volta. Novamente: Você precisa querer!
E esse querer vem acompanhado de respeito. Respeito a si próprio, depois aos outros. Se você não se respeita, como vai respeitar outra pessoa?
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Capacidade Reduzidada não diminuida
Apesar de atualmente a maioria dos países apresentar alguma legislação que assegura os direitos de todos os cidadãos igualmente, poucas sociedades estão preparadas para exercer a inclusão social em plenitude. Pessoas com dificuldades de locomoção enfrentam barreiras para utilizar os transportes públicos e para ter acesso a prédios públicos, inclusive escolas e hospitais.
Todos países estão em fase mais adiantada do processo de inclusão e as barreiras físicas e sociais são cada vez menores. Embora a inclusão não seja uma necessidade exclusiva das pessoas com deficiência, muitas vezes ela ganha maior visibilidade na forma de rampas, equipamentos adaptados para pessoas com impedimentos auditivos ou visuais ou na presença de pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho.
Em países desenvolvidos é cada vez mais freqüente a presença na vida socialmente ativa de pessoas que antes eram exluídas e/ou marginalizadas. Por outro lado, nos países em desenvolvimento os avanços têm sido menos acentuados, parcialmente devido ao custo financeiro que determinadas mudanças exigem. No entanto, ao redor do mundo há atualmente uma mudança significativa na concepção de inclusão social.
Essa semana que se passou vi a força das pessoas com capacidades reduzidas, prefiro falar assim, na Semana Municipal dos Portadores de deficiencia de Campo Bom, a força, a garra, a luta diaria dessas pessoas me fez reagir e pensar diferente na minha vida.
bjcas
Todos países estão em fase mais adiantada do processo de inclusão e as barreiras físicas e sociais são cada vez menores. Embora a inclusão não seja uma necessidade exclusiva das pessoas com deficiência, muitas vezes ela ganha maior visibilidade na forma de rampas, equipamentos adaptados para pessoas com impedimentos auditivos ou visuais ou na presença de pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho.
Em países desenvolvidos é cada vez mais freqüente a presença na vida socialmente ativa de pessoas que antes eram exluídas e/ou marginalizadas. Por outro lado, nos países em desenvolvimento os avanços têm sido menos acentuados, parcialmente devido ao custo financeiro que determinadas mudanças exigem. No entanto, ao redor do mundo há atualmente uma mudança significativa na concepção de inclusão social.
Essa semana que se passou vi a força das pessoas com capacidades reduzidas, prefiro falar assim, na Semana Municipal dos Portadores de deficiencia de Campo Bom, a força, a garra, a luta diaria dessas pessoas me fez reagir e pensar diferente na minha vida.
bjcas
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Minha felicidade
Tomei uma decisão, vou cuidar de mim
Há tempos que meu coração pede-me isso
Chega de buscar em outras pessoas a minha felicidade
Minha felicidade quem faz sou eu e pronto !
Se para ser feliz, eu tiver que ir para longe, eu vou tentar, pois só assim poderei viver de corpo e alma
A felicidade própria independe de se estar acompanhado
A companhia é, muita das vezes, somente um complemento
Chega de tentar achar em um sorriso uma paz desconhecida
Chega de tentar achar em um olhar um amor desejado
A paz que quero é a paz de espírito, e isso me basta
O amor é necessário!
Devemos praticar mais esse tipo de amor, o próprio
Dizendo várias vezes ao dia: eu amo
Estou no mundo para ser feliz, e serei
No filme da minha vida só terá amor, paz e felicidade
Já que cada um colhe o que trilha, eu decidi: Vou trilhar o caminho da minha paz, da minha felicidade
Essa é a minha meta de vida e eu a realizarei!
Espero que vc acorde e venha comigo!
Há tempos que meu coração pede-me isso
Chega de buscar em outras pessoas a minha felicidade
Minha felicidade quem faz sou eu e pronto !
Se para ser feliz, eu tiver que ir para longe, eu vou tentar, pois só assim poderei viver de corpo e alma
A felicidade própria independe de se estar acompanhado
A companhia é, muita das vezes, somente um complemento
Chega de tentar achar em um sorriso uma paz desconhecida
Chega de tentar achar em um olhar um amor desejado
A paz que quero é a paz de espírito, e isso me basta
O amor é necessário!
Devemos praticar mais esse tipo de amor, o próprio
Dizendo várias vezes ao dia: eu amo
Estou no mundo para ser feliz, e serei
No filme da minha vida só terá amor, paz e felicidade
Já que cada um colhe o que trilha, eu decidi: Vou trilhar o caminho da minha paz, da minha felicidade
Essa é a minha meta de vida e eu a realizarei!
Espero que vc acorde e venha comigo!
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