sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Julgar? Não!! Perdoar ato de poucos...

Todos nós somos muito bons em julgar o comportamento alheio, mas o problema é que o que achamos dos outros não tem a menor importância para os outros, mas sim para nós.Sabem por quê? Por que somos nossos próprios juízes.Pois é. O mesmo rigor que usamos ao julgar alguém é o rigor que usaremos ao nos julgar.
O julgar é uma questão muito difícil, porque envolve muitas vezes problemas de ordem pessoal, espiritual ou quando isto não acontece, está sempre presente algum motivo particular, envolvendo sentimentos emotivos de pena, outras vezes de raiva e ódio.
Não que qualquer destes fatores justifiquem um ato incorreto. A problemática é justamente que com os outros temos a tendência de não levar nada em consideração além do ato.Minha intenção com esse tópico é exclusivamente tentar despertar em mais pessoas o mesmo que senti ao me ver iniciando um julgamento sobre um caso alheio a mim, quer dizer ate teve, pq tem pessoas que fazem parte de mim o que afeta ele me afeta.
Não posso julgar o que conheço tão superficialmente, não tenho esse direito e não faço idéia das tantas falhas que carrego na bagagem de minhas muitas existências. Acho que se fosse eu observando minha própria vida sem saber, seria muito dura ao me punir nessa situação colocada. E é o que eu preciso mudar (e acho que mais pessoas por aqui também possam ter o mesmo defeito).


PERDOE E VIVA

Perdoe e viva.
Se você não perdoar hoje...
Amanhã, por certo,
O seu dia será mais escuro,
Seus passos estarão menos firmes,
Seus problemas surgirão mais complexos.
Sua mágoa doerá muito mais...
Se você não perdoar agora,
Que será do seu caminho, depois?
Desculpe enquanto é tempo, para que, de futuro,não recaiam sobre sua cabeça os padecimentos e as queixas de muitos.
Esqueçamos o mal para que o mal não se lembre de nós.
Quem não perdoa os erros dos semelhantes, condena a si mesmo.
(De “Relicário de Luz”, de Francisco Cândido Xavier

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