Relatos da vida:
Pois é chegamos na estação Florida, la na Prefeitura a minha chefa na ultima reunião falou do que significa a Primavera pra ela, não so uma estação das flores mas uma estação de quem sabe um recomeço um recomeço florido.. bom resolvemos montar grupos pra pensar em realizar ações... depois de muitos pensantes e ninguem absolutamente decidido a fazer o que heheh bom as meninas com mais habilidades fizeram as flores de fuxicos pra distribuir para os servidores e as com como direi... bom eu e a Camilie fizemos flores muitas flores de papel e a nossa artista Dona Dui fez borboletas... sem falar que olha desde flores de fuxicos a borboletas a garota se puxou... não posso deixar de falar que surgiu algumas fulaninhas que so sabiam dizer: olha as flores que nós temos, olha o material que temos... so que a mão nelas nem pensar... a decoração tb teve gente que fez antes.. mas o que podemos dizer... O legal mesmo foi o preparo... boas mas muito boas risadas, ontem então foi massa nossa turma se empenhou muito nisso... hj cedinho foi a decoração... a turma da Saúde deixou a prefa linda toda florida...
Amei essa semana... espero que continue assim ate sábado na caminhada.
Fui...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Falta de respeito
Olhar para o outro, se colocar no lugar do outro. Hoje em dia as coisas são tão corridas, e andamos olhando tanto para o nosso próprio umbigo, que não nos preocupamos em “olhar para o outro”. É muito fácil quando você atropela os sentimentos de alguém, mas o simples fato de você se imaginar naquela situação já mudaria totalmente seu corportamento.
Existem muitos tipos, formas e variações de falta de respeito. Quando você sai do seu espaço e invade – no sentido de agressão, intromissão – o espaço do outro, está desrespeitando seu próximo. Um fumante que fuma em local público está invadindo o pulmão dos outros com a fumaça de seu cigarro. Um colega de trabalho que tira proveito das situações que te deixam em desvantagem para ele subir na carreira. Um virus que consome todos os recursos de seu hospedeiro, consumindo toda a matéria prima oferecida sem responsabilidade ou degradando o meio ambiente.
Todos estamos bem familiarizados com esses tipos de falta de respeito. Eu quero te mostrar uma falta de respeito que talvez você não se dê conta. Trazemos dentro de nós algo que é nossa personalidade. Temos manias, conceitos e valores que foram impressos na juventude e que foram mesclados com nossa essencia. Somos criaturas imperfeitas, erramos, mas devemos nos esforçar pra aprender com esses erros. As dificuldades e problemas são as melhores ferramentas para lapidarmos nosso caráter e moral. Quando você se observa, você descobre diversos pontos que devem ser melhorados, modificados. Mas não somos máquinas para sermos reprogramados em pouco tempo. Não nos conhecemos, e muitas vezes somos surpreendidos por comportamentos bons e ruins que antes eram desconhecidos por nós mesmos. Então como proceder?
Dessa falta de respeito que quero falar. Dizem que somos 3 pessoas, a primeira é o que queremos ser, a segunda é o que os outros esperam que sejamos, e a terceira é o que realmente somos. Com isso tentamos nos ajustar diariamente, reprimindo as coisas ruim e exaltando as coisas boas. A repressão não é a maneira mais adequada de se lapidar. Vivemos em constante falta de respeito com nós mesmos. Precisamos aprender a respeitar nosso organismo, nossas vontades e necessidades. Quando um sentimento é reprimido, ele fica armazenado, ele não é trabalhado. O que provavelmente vai acontecer é que uma hora a pressão vai estar tão grande e o sentimento reprimido vem à tona de forma violenta e descontrolada.
Quando você aceita o que sente, quando você escuta seu organismo, você consegue trabalhar o que te desagrada. Claro que existem casos e casos, e estou generalizando. Quando você já perdeu o controle está num ponto crítico fica difícil sair dessa armadilha por si próprio. O ideal é você ir trabalhando aos poucos seus comportamentos durante o convivio com eles. A mudança não é fácil, e consome tempo e muita determinação e força de vontade. A mudança só acontece de dentro pra fora e não de fora pra dentro. O exterior influencia, para o bem ou para o mal, depende da solidez de sua essencia se você vai ser corrompido ou não.
Precisamos confiar mais em nós mesmos, aprender a ouvir aquela vozinha que nos fala a todo momento, mas insistimos em ignorá-la. Só você faz a sua realidade, é muito simples e complexo ao mesmo tempo que tendemos a colocar essa responsabilidade nas outras pessoas. Seu buraco foi cavado por você mesmo, com uma colher, aos poucos, sem perceber. E só você tem a escada que pode te tirar de lá. Muitos podem aparecer com uma corda pra te ajudar, mas você precisa pelo menos ter forças pra aguentar segurar a corda na subida de volta. Novamente: Você precisa querer!
E esse querer vem acompanhado de respeito. Respeito a si próprio, depois aos outros. Se você não se respeita, como vai respeitar outra pessoa?
Existem muitos tipos, formas e variações de falta de respeito. Quando você sai do seu espaço e invade – no sentido de agressão, intromissão – o espaço do outro, está desrespeitando seu próximo. Um fumante que fuma em local público está invadindo o pulmão dos outros com a fumaça de seu cigarro. Um colega de trabalho que tira proveito das situações que te deixam em desvantagem para ele subir na carreira. Um virus que consome todos os recursos de seu hospedeiro, consumindo toda a matéria prima oferecida sem responsabilidade ou degradando o meio ambiente.
Todos estamos bem familiarizados com esses tipos de falta de respeito. Eu quero te mostrar uma falta de respeito que talvez você não se dê conta. Trazemos dentro de nós algo que é nossa personalidade. Temos manias, conceitos e valores que foram impressos na juventude e que foram mesclados com nossa essencia. Somos criaturas imperfeitas, erramos, mas devemos nos esforçar pra aprender com esses erros. As dificuldades e problemas são as melhores ferramentas para lapidarmos nosso caráter e moral. Quando você se observa, você descobre diversos pontos que devem ser melhorados, modificados. Mas não somos máquinas para sermos reprogramados em pouco tempo. Não nos conhecemos, e muitas vezes somos surpreendidos por comportamentos bons e ruins que antes eram desconhecidos por nós mesmos. Então como proceder?
Dessa falta de respeito que quero falar. Dizem que somos 3 pessoas, a primeira é o que queremos ser, a segunda é o que os outros esperam que sejamos, e a terceira é o que realmente somos. Com isso tentamos nos ajustar diariamente, reprimindo as coisas ruim e exaltando as coisas boas. A repressão não é a maneira mais adequada de se lapidar. Vivemos em constante falta de respeito com nós mesmos. Precisamos aprender a respeitar nosso organismo, nossas vontades e necessidades. Quando um sentimento é reprimido, ele fica armazenado, ele não é trabalhado. O que provavelmente vai acontecer é que uma hora a pressão vai estar tão grande e o sentimento reprimido vem à tona de forma violenta e descontrolada.
Quando você aceita o que sente, quando você escuta seu organismo, você consegue trabalhar o que te desagrada. Claro que existem casos e casos, e estou generalizando. Quando você já perdeu o controle está num ponto crítico fica difícil sair dessa armadilha por si próprio. O ideal é você ir trabalhando aos poucos seus comportamentos durante o convivio com eles. A mudança não é fácil, e consome tempo e muita determinação e força de vontade. A mudança só acontece de dentro pra fora e não de fora pra dentro. O exterior influencia, para o bem ou para o mal, depende da solidez de sua essencia se você vai ser corrompido ou não.
Precisamos confiar mais em nós mesmos, aprender a ouvir aquela vozinha que nos fala a todo momento, mas insistimos em ignorá-la. Só você faz a sua realidade, é muito simples e complexo ao mesmo tempo que tendemos a colocar essa responsabilidade nas outras pessoas. Seu buraco foi cavado por você mesmo, com uma colher, aos poucos, sem perceber. E só você tem a escada que pode te tirar de lá. Muitos podem aparecer com uma corda pra te ajudar, mas você precisa pelo menos ter forças pra aguentar segurar a corda na subida de volta. Novamente: Você precisa querer!
E esse querer vem acompanhado de respeito. Respeito a si próprio, depois aos outros. Se você não se respeita, como vai respeitar outra pessoa?
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